A nova orgânica do Ministério das Finanças coloca Vera Daves de Sousa numa posição central na gestão e no controlo do Fundo Soberano e da dívida pública, suscitando questões sobre a concentração de competências e a supervisão dos recursos públicos.
O presidente da Associação Justiça, Paz e Democracia, Serra Bango, considera que a concentração de poderes não favorece a boa gestão e alerta para os possíveis prejuízos reputacionais que essa situação poderá acarretar




