Alegam que tinham sido cadastrados para esperarem pelas residências sociais que foram erguidas numa das áreas da província, a fim de terem uma vida mais condigna. Mas assistiram à entrada de povos vindos de outras localidades
A coordenadora do Sector 8, adstrito ao conhecido bairro Mayé-Mayé, ex 4 de Abril, no município do Sequele, província de Icolo e Bengo, Violante Raquel Soares, assumiu, recentemente, que ela e os seus antigos vizinhos reocuparam parte da sua antiga zona de conforto, por se verem ‘traídos’ no processo de distribuição de casas.
De acordo com a anciã, antes de serem desalojados, um elenco da administração, que geria o município de Cacuaco, em 2015, veio ter com eles e informou que as casas e os casebres do bairro de viam ser demolidos para se construírem outras residências com maior qualidade e servirem para os da localidade.
“Fomos cadastrados muitos, ficámos ao relento, foram buscar os sinistrados de Bagdad – Iraque – e os colocaram onde nos tiraram, mas eles não aceitaram, alegando que aí o terreno era argiloso, e recuaram.
Nós não fomos reassentados, não nos deram nada, só vimos outros de outras partes de Luanda a entrarem nas casas erguidas pelo Estado. Ler mais em Opaís




