Angola conseguiu reduzir o índice de gravidez precoce de 35 para 27 por cento nos últimos dez anos.
Os dados foram divulgados hoje, durante a apresentação de relatórios sobre género e fecundidade na adolescência, baseados no Inquérito de Indicadores Múltiplos e de Saúde 2023-2024.
A representante do Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD), Denise António, reconheceu os avanços do Governo angolano na implementação de políticas públicas voltadas para esta área, recomendando, contudo, maior atenção aos grupos mais vulneráveis.




