Caso dos 100 Milhões gera debate sobre a atuação do ministério público.

O agravamento de oito para 17 anos de prisão das penas aplicadas aos implicados no caso dos 100 milhões de kwanzas na AGT voltou a colocar o processo no centro do debate.

No Frente a Frente desta segunda-feira, os convidados divergiram sobre a actuação do Ministério Público, a influência da pressão social e as fragilidades dos mecanismos de fiscalização nas instituições públicas.

O gestor de formação Macuaca Assunção disse que a forte repercussão do caso nas redes sociais gerou indignação e uma condenação pública antecipada, mas considera que a actuação do Ministério Público não resultou dessa pressão social.

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