Conselho de Governação Local analisa impacto das medidas de contingência contra ébola.

Apesar de não existir registo de nenhum caso no país, o Conselho de Governação Local foi ontem informado, em reunião presidida pelo Presidente da República, João Lourenço, sobre o impacto das medidas constantes do Plano Nacional de Contingência contra o ébola que está a ser implementado

O Ministério da Saúde descreveu como se procedeu ao reforço da vigilância junto das fronteiras terrestres dos portos e aeroportos internacionais, com medidas específicas de informação aos passageiros provenientes dos países afectados e em risco ou de outros países em função da evolução da situação actual.

Em declarações à imprensa, no final da primeira reunião ordinária do referido conselho, Sílvia Lutucuta, a titular da pasta, afirmou que o ébola tem causado “uma certa preocupação” às autoridades angolanas, uma vez que o país possui uma extensa fronteira com a República Democrática do Congo (RDC), que é considerado o epicentro da doença.

Entretanto, explicou que, naquele país vizinho, o vírus tem maior incidência na parte norte, onde há maior proximidade com o Uganda, o Rwanda e a Tanzânia. “A grande preocupação é que essa nova estirpe ainda não tem vacina disponível, continua a ter um contágio muito fácil e uma taxa de mortalidade elevada”, detalhou. Ler mais em Opaís