O jovem angolano Joaquim Joaquim Timóteo desenvolveu uma plataforma baseada em Inteligência Artificial (IA) capaz de prever surtos de malária com uma precisão de cerca de 87%, uma ferramenta que pretende contribuir para o reforço da prevenção e da vigilância epidemiológica em Angola e noutros países africanos.
Em entrevista , o investigador explicou que o projecto nasceu da preocupação com o impacto da malária em África, uma das principais causas de doença e morte no continente, sobretudo entre crianças menores de cinco anos.
Segundo Joaquim Timóteo, a ideia surgiu durante a sua investigação em Inteligência Artificial, ao constatar que a análise conjunta de dados epidemiológicos, climáticos e ambientais permite identificar padrões que antecedem a ocorrência de surtos da doença.
“Ao invés de apenas reagirmos à doença, podemos utilizar a IA para antecipar os riscos e apoiar decisões preventivas, tornando os sistemas de saúde mais eficientes”, afirmou. Ler mais em Opaís




