O ministro da Cultura, Filipe Zau, defendeu que a fé não deve ser confundida com obscurantismo e apelou ao reforço da investigação científi ca sobre o fenómeno religioso em Angola, considerando que o conhecimento e a informação credível constituem instrumentos fundamentais para combater a desinformação, o oportunismo e os desvios verifi cados em algumas organizações religiosas
A posição foi manifestada durante a cerimónia de assinatura de um acordo de cooperação entre o Instituto Nacional para os Assuntos Religiosos (INAR) e a Universidade Independente de Angola (UNIA), na passada Sexta-feira, 07, com a fi nalidade de reforçar a educação cívica da sociedade, promover a investigação científi ca sobre o fenómeno religioso e combater a desinformação, através de iniciativas académicas e de um programa radiofónico.
“Falar de religião não é necessariamente falar de obscurantismo.
O obscurantismo e o oportunismo que muitas vezes ocorrem no nosso dia-a-dia e pelas notícias que acompanho precisam de esclarecimento”, disse o governante, num dos auditórios do Ministério da Cultura.




