A Organização Internacional do Trabalho (OIT) quer mais inserção de mulheres e jovens na actividade marítima e offshore, segundo defendeu, recentemente, em Luanda, o representante da organização em Angola, Juvenal Arcanjo Dembo
Oresponsável da Organização Internacional do Trabalho (OIT) em Angola entende que, devido à sua especificidade, o sector marítimo é visto como predominantemente masculino, pelo facto de boa parte das actividades ser desenvolvida offshore. No entanto, referiu que existem actualmente leis que protegem as mulheres contra a violência e o assédio a bordo.




