A instituição rejeita a associação automática entre o trabalhador detido por alegada posse ilegal de diamantes e o PCA, Celso Rodrigues de Lemos Rosas, defendendo que eventuais responsabilidades sejam apuradas nos termos da lei.
A Empresa Portuária do Lobito, E.P., esclareceu, em comunicado, que o funcionário da instituição detido pelo Serviço de Investigação Criminal (SIC), por alegada posse ilegal de diamantes, não deve ser associado automaticamente ao presidente do Conselho de Administração (PCA), Celso Rodrigues de Lemos Rosas.
O esclarecimento surge na sequência de uma publicação da TV Nzinga, intitulada «País do Rei Juliano: Motorista do PCA do Porto do Lobito detido por posse ilegal de diamantes», que dá conta da alegada detenção do trabalhador e estabelece uma ligação directa entre o cidadão e o responsável máximo da instituição.
No comunicado, a Empresa Portuária do Lobito confirma que o cidadão em causa é seu funcionário e que presta apoio ao PCA no exercício das suas funções. Contudo, sublinha que essa relação profissional não deve servir para estabelecer responsabilidades pessoais ou institucionais relativamente a actos que, a confirmarem-se, pertencem à esfera individual do trabalhador.
A instituição considera fundamental que a divulgação de informações desta natureza seja pautada pelo rigor, pela objectividade e pela responsabilidade, de modo a evitar interpretações que possam induzir a opinião pública em erro, afectar injustificadamente a reputação dos visados ou atribuir




