A entrada do Yuan Chinês entre as moedas aceites para a constituição das reservas obrigatórias em moeda estrangeira representa um passo na diversificação monetária do sistema financeiro angolano, mas não altera a posição do dólar como principal moeda do comércio internacional e das reservas mundiais.
A análise é do economista Daniel Sapateiro, que considera a inclusão da moeda chinesa um contributo para maior estabilidade de divisas, aumento da eficiência nas operações cambiais e maior equilibrio nos preços.




